Segundo o dicionário Houaiss, "aproximar" significa: tornar próximo, possibilitar o acesso, permitir o contato, a proximidade, fazer chegar mais rápido, estabelecer ou restabelecer relações, aliar, unir etc.
A idéia do "Espaço Aproximar" é possibilitar o acesso do leitor a diversas informações, conhecimentos e curiosidades de um modo geral.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ADOTAR: um gesto de AMOR


Adotar é assumir voluntariamente os direitos e deveres parentais sobre uma criança ou um adolescente, que passa a ser, então, seu filho legítimo. É, acima de tudo, uma atitude de amor. Mas para que tenha validade, é preciso legalizá-la mediante um procedimento jurídico.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cerca de 578 crianças foram adotadas no Brasil desde 2008. Ainda assim, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), aproximadamente 4.760 aguardam um novo lar e mais de 27.200 pessoas querem adotar. A pergunta é: se há tantos interessados, por que dizem que o processo de adoção é demorado? “O procedimento é rápido, mas grande parte dos casais quer adotar uma menina, branca, de 0 até 4 anos de idade. Essa preferência dificulta e retarda o processo, já que as crianças dos abrigos são, na sua maioria, meninos e pardos. E mais da metade está acima dos 6 anos de idade”, conta Lucianne Scheidt, socióloga do Projeto Afeto que Transforma.
Mais simples do que se imagina
O interessado deve se inscrever perante o Juízo da Infância e Juventude do seu domicílio, fornecendo os documentos solicitados e autorizando a realização de visitas técnicas em sua residência. “Nesse período, ocorrem entrevistas com um psicólogo e um assistente social, que avaliam a condição socioeconômica dos pretendentes, assim como a sua estabilidade conjugal e o seu equilíbrio psicológico”, salienta o advogado Munir Cury. Desde a implementação da Lei da Adoção (Lei n. 12.010, de 03.08.2009), exige-se que o interessado em adotar uma criança participe de reuniões que o orientem e preparem para a chegada do novo membro à família.
As exigências para quem adota

Quem deseja adotar deve ter mais de 18 anos e, pelo menos, 16 anos a mais do que a criança a ser adotada, independentemente do estado civil. “Mas, no caso de ser casado ou viver em concubinato, a solicitação deve ser feita por ambos. Em relação aos casais homossexuais, a autorização fica a critério do juiz responsável pelo processo. Atualmente, grande parte dos magistrados concede a adoção nesses casos”, explica o advogado.Adaptação tranquila e feliz“Durante o período de convivência — antes de formalizar a adoção —, os encontros ocorrem no abrigo onde a criança mora. À medida que ela fica mais confiante, os futuros pais podem levá-la para passeios”, conta Ana Lucia Cavalcante, psicóloga do Projeto Afeto que Transforma.
E para que a adaptação na nova casa ocorra com tranquilidade, os pais adotivos devem transmitir segurança à criança. “Eles precisam agir com naturalidade, fazendo com que ela se sinta amada e acolhida”, explica Cintia Liana, psicóloga especialista em adoção.
O empresário Antonio Macedo, de 32 anos, relata um pouco da sua experiência: “O Pedro chegou em casa há um ano, quando tinha 6 anos de idade. Eu e a Carla, minha esposa, estávamos ansiosos, queríamos agradá-lo de todas as formas; afinal, era a realização do nosso grande sonho. Até que percebemos que ele estava assustado e intimidado com o nosso comportamento. Aos poucos, relaxamos e passamos a agir realmente como pais. Hoje, brincamos, rimos, mas também damos bronca, olhamos a lição de casa, mandamos escovar os dentes... Nós amamos o Pedro exatamente como se ele fosse nosso filho biológico”.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Supere o medo de dirigir


Clínicas e profissionais especializados ajudam aqueles que tremem só de pensar em tocar no volante

Para a funcionária pública Juliana Cardoso dos Reis, comprar o primeiro carro não foi motivo de comemoração. Ela, que sempre teve medo de dirigir, pensou que, ao adquirir um veículo, iria superar a limitação. Contudo, cada vez que olhava para a garagem, suas mãos tremiam e o estômago embrulhava. “Até o cheiro do carro novo me deixava nauseada. Cheguei a dirigir pelo meu bairro, mas me desesperava com qualquer buzina”, conta. Depois de vê-lo estacionado por um ano, Juliana resolveu buscar tratamento.
Alguns especialistas dizem que o medo de dirigir é mais comum do que se pensa, mas não há estatísticas disseminadas sobre isso. A Clínica Psicológica Cecília Bellina, que funciona desde 1994 em São Paulo e hoje tem unidades em sete municípios, já atendeu cerca de quatro mil pessoas com esse problema. Uma delas foi Juliana, que, por nove meses, participou de terapias em grupo e dirigiu acompanhada por um profissional. “Para perder o medo, é essencial aproximar-se do carro gradativamente”, explica a psicóloga Cecília Bellina, dona da clínica. “Depois, em grupo, cada um verbaliza o que sentiu.”
Poucas vezes o medo de dirigir é compreendido pela família e pelos amigos, que acham que o nervosismo é apenas excesso de cautela ou pânico de iniciante. “O medo saudável é diferente daquele que impede a pessoa de entrar em contato com o veículo”, diz Cecília. Ao contrário do que se pensa, quem sofre dessa fobia não necessariamente se envolveu em um acidente ou teve algum trauma no trânsito. “Em sua maioria, são pessoas perfeccionistas que não se permitiram o período de errar e acertar na direção”, afirma a psicóloga Neuza Corassa, autora do livro Vença o medo de dirigir: como superar-se e conduzir o volante da própria vida. “Ao deixar de praticar, o medo só cresce”, completa Neuza.
Situações temidas pelos melhores motoristas ganham dimensões desproporcionais para aqueles que sofrem com o problema. Subidas íngremes, vagas de estacionamento apertadas e congestionamentos muito caóticos são motivos de desespero. “Ficava tão nervosa que me colocava em risco”, conta Juliana. “Se estava no trânsito e alguém começava a buzinar, eu me desesperava e jogava o carro para qualquer lado”. Mesmo tendo o carro na garagem, Juliana preferia andar de ônibus e se sentia aliviada por não estar dirigindo.

Apesar de a fobia impedir que parte das pessoas consiga entrar na autoescola, mais de 80% delas têm carteira de habilitação. “O medo, muitas vezes, foi originado na própria autoescola”, afirma Cecília Bellina. Se alguém passa pelas aulas e aprende apenas o suficiente para ser aprovado no exame, depois não consegue enfrentar os verdadeiros desafios do trânsito e se apavora em qualquer situação. “Com uma carteira mal tirada nas mãos, você simplesmente não sabe dirigir”, completa Cecília.

Procurar um tratamento especializado é um passo importante para a superação do medo. Por não se tratar de uma fobia tão comum, as pessoas demoram a buscar ajuda e recorrem aos profissionais só em último caso. “O começo é muito difícil, e você não consegue acreditar que aquilo vai funcionar”, relembra Juliana. “Mas ter apoio e incentivo é essencial.”

Para quem quer dar os primeiros passos sozinho, a psicóloga Neuza Corassa elaborou um roteiro com dicas para se reaproximar do carro:
  • Faça um relaxamento, respirando lentamente para controlar a ansiedade. Isso vai ajudar a manter a calma.
  • Comece a se aproximar do carro ainda na garagem. Entre no veículo, ajuste o banco e se acostume com o espaço. Quando se sentir à vontade, ligue e desligue o veículo.
  • No início, dirija em ruas tranquilas e faça percursos curtos. Dar voltas no quarteirão em horários sem movimento é uma boa opção.
  • Escolha um ou dois trajetos para repetir sempre. Isso evitará a ansiedade nas primeiras vezes.
  • Organize-se para praticar a direção pelo menos duas vezes por semana. Aos poucos, essa será considerada uma tarefa do dia a dia. O hábito ajuda a ganhar confiança.
  • Quando se sentir mais à vontade, trace trajetos mais longos, mais movimentados ou com trechos mais difíceis, como subidas.
  • Não se assuste com os sintomas da ansiedade que aparecem nas primeiras experiências ao volante: tremedeira, taquicardia, transpiração. O desconforto físico é normal, porém, aos poucos, vai diminuir.
     

"E treinar, treinar e trainar para obter experiência!"

Boxe


Treinar Boxe vai aumentar a sua qualidade de vida!!!
 
Quem já treina Boxe conhece bem os benefícios da sua prática.Esta é uma boa forma de ter um corpo mais forte e aumentar a auto-confiança.  Além dos benefícios físicos, treinar Boxe vai ajudá-lo(a) a ganhar força interior e equilíbrio emocional.  Treinar Boxe sem dúvida melhora a sua aptidão física. É evidente  a melhoria da componente cardiovascular e tonificação dos músculos. Além de aprender a correta execução dos golpes e combinações, o treino vai ajudá-lo(a) a sentir-se mais forte e mais confiante. Numa hora de treino pode queimar entre 550 a 800 calorias. Além disso, treinar Boxe ajuda a melhorar a sua velocidade, resistência e força. A flexibilidade e os reflexos são também reforçados. O movimento repetitivo das técnicas vão promover positivamente o aumento de força de braços, pernas e core (abdominais).  Os exercícios efetuados vão permitir que aumente e melhore a sua amplitude articular, vai também desenvolver e melhorar o equilíbrio e a coordenação que permitem que o seu corpo se mantenha estável e em boa forma.  Estes  são apenas alguns dos benefícios físicos de quem treina Boxe.Vai também aprender mais sobre habilidades no âmbito da defesa pessoal. Mais vale saber e não ser preciso, do que ser preciso e não saber!!! Conclusão:Seja com o objectivo de se tornar um atleta de elite, ou apenas para se manter em forma, treine Boxe.Ele melhora o condicionamento físico, o sistema cardio-respiratório, a coordenação motora e proporciona a reciclagem mental. Como trabalha muito a parte cardiovascular, promove a perca e o controle de peso, e tonifica os músculos, além de criar uma maior sociabilização e ajudar a libertar o stress.  

Hepatites B e C

Hepatites B e C: doenças silenciosas

Hepatites B e C: doenças silenciosas

Grande problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é caracterizada pela inflamação do fígado e pode ser causada tanto por vírus como pelo uso de alguns remédios, álcool ou outras drogas. Porém, a causa mais comum da inflamação do órgão é a hepatite viral, uma doença silenciosa, que nem sempre apresenta sintomas. E o pior é que o diagnóstico tardio pode causar complicações.

Conheça melhor essas enfermidades que atingem o fígado e podem trazer graves consequências ao organismo

Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus da hepatite B ou C e não sabem. “Se a doença evolui e se torna crônica, pode trazer danos mais graves ao fígado, como a cirrose e até o câncer”, alerta o gastroenterologista Roberto José Carvalho Filho, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Preste atenção aos sinais
O surgimento de sintomas em pessoas com hepatite B ou C é muito raro. Entretanto, quando aparecem, são comuns sensações de cansaço, tontura, enjoos, vômitos, febre e dores abdominais, além de pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção. “Para evitar os riscos, consulte regularmente um médico. Ele poderá solicitar exames para diagnosticar a doença”, explica Roberto.
As formas de transmissão
A hepatite do tipo B é uma doença infecciosa, também chamada de soro-homóloga, causada pelo vírus B (VHB). Como o VHB está presente tanto no leite materno e no sangue quanto no esperma, a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. “Ela pode ser transmitida por uma pessoa infectada durante as relações sexuais sem camisinha, mediante transfusão de sangue ou por meio da mãe infectada para o bebê (durante a gestação, o parto ou a amamentação). Além disso, cite-se o compartilhamento de seringas, agulhas, material de higiene pessoal (por exemplo, lâminas de barbear/depilar e alicates de unha) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings”, alerta o gastroenterologista.
Já a hepatite C é causada pelo vírus C (VHC), presente no sangue, podendo ter as mesmas formas de transmissão anteriormente citadas. “Entretanto, os casos de contaminação da hepatite C por meio de contato sexual são raríssimos”, conta o médico.
Prevenir é fundamental
– Tome as três doses da vacina da hepatite B. “Pode receber gratuitamente a vacina nos postos de saúde quem tem até 24 anos, além das pessoas que pertencem ao grupo de risco, como as gestantes e os profissionais da área de saúde”, explica Roberto. No entanto, ainda não existe vacina contra a hepatite C. Por isso, é essencial investir na prevenção da doença.
– Use camisinha em todas as relações sexuais.
– Verifique se agulhas ou quaisquer outros objetos que entrarão em contato com o seu sangue são descartáveis ou estão devidamente esterilizados. Tenha atenção, inclusive, com os equipamentos usados para fazer tatuagem ou colocar piercing.
– Leve seu próprio material quando for à manicure.
– Não compartilhe objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e depilar.
– Toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar as hepatites. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão da doença da mãe para o bebê.
– Para obter mais informações sobre as doenças, acesse: www.hepatitesvirais.com.br.
http://www.portalvital.com/saude/saude/hepatites-b-e-c-doencas-silenciosas

    segunda-feira, 17 de outubro de 2011

    O Espelho de Gandhi

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    Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:
     
    A Política, sem princípios; o Prazer, sem compromisso; a Riqueza, sem trabalho; a Sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a Ciência, sem humanidade; a Oração, sem caridade.
    A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis​​, se eu sou amável, que as pessoas são tristes, se estou triste, que todos me querem, se eu os quero, que todos são ruins, se eu os odeio, que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio, que há faces amargas, se eu sou amargo, que o mundo está feliz, se eu estou feliz, que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva, que as pessoas são gratas, se eu sou grato. A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

    "Quem quer ser amado, ame".

    quinta-feira, 6 de outubro de 2011

    Mário Quintana


    "Antes de julgares a "minha vida" ou meu "caráter"...
    Calça os MEUS sapatos e percorre o caminho que EU  percorri, vive as "minhas tristezas", as "minhas dúvidas", as "minhas alegrias" !!!
    Percorre os anos que e EU percorri, tropeça onde EU tropecei e levanta-te assim como EU o fiz!!!
    Cada um tem a sua própria história !!!
    E então, só aí poderás "julgar-me!"